Gustavo Fonseca leva para congressos, convenções internas e eventos do mercado jurídico a mesma visão que aplica nos próprios negócios: escritório de advocacia é empresa, e empresa se conduz com estratégia.
Quero uma conversa estratégicaO mercado jurídico forma técnicos excelentes e deixa a formação empresarial de fora. O resultado aparece depois, quando o escritório cresce e a gestão não acompanha.
É por isso que uma palestra sobre gestão, cultura e posicionamento costuma provocar mais reação numa plateia de advogados do que mais uma atualização de tese. O conteúdo toca a parte do trabalho para a qual ninguém foi treinado.
A abordagem de Gustavo Fonseca parte da experiência de quem construiu a Fass Legal do zero, estruturou equipes, enfrentou crises e escalou resultados — e não de um framework aprendido em sala de aula.
São três eixos, que podem ser aprofundados ou combinados conforme o público e o tempo disponível.
Como instalar mentalidade e práticas de alta performance em escritórios acostumados ao ritmo conservador do mercado jurídico.
A visão empresarial que o mercado jurídico ainda ignora — e que os melhores escritórios já estão implementando.
Como o posicionamento pessoal do sócio pode ser o maior ativo de marketing de um escritório de advocacia.
Para convenções internas, os três eixos podem virar um programa de meio período, ancorado no momento específico daquele escritório.
O conteúdo foi construído para quem decide: sócios, donos de escritório e lideranças que respondem por resultado, e não apenas pela técnica.
Também funciona bem em convenções internas, quando o objetivo é alinhar a equipe inteira em torno de uma mudança de cultura que a sociedade já decidiu fazer.
Em eventos de entidades e congressos, o recorte costuma ser o do advogado que percebeu que técnica virou pré-requisito, não diferencial.
Palestra genérica não muda comportamento. Por isso o ponto de partida é sempre entender o contexto de quem vai ouvir: o tamanho do escritório, o momento do mercado, o que já foi tentado antes.
Esse é o mesmo princípio que orienta o trabalho de conselho: diagnóstico antes de recomendação. Sem conhecer o negócio, qualquer conselho é chute bem-intencionado.
Na prática, isso significa uma conversa prévia com quem está organizando, ajuste do recorte dos temas e exemplos aderentes à realidade daquela plateia.
Os três formatos servem a objetivos diferentes, e escolher errado é a razão mais comum de um bom conteúdo render pouco.
A palestra funciona quando o objetivo é provocar. Ela abre a cabeça de uma plateia grande em pouco tempo, planta o incômodo certo e cria linguagem comum. É o formato de congresso e de evento de entidade.
O workshop funciona quando o grupo é menor e já concordou com o diagnóstico. Aqui entra participação: o conteúdo é aplicado ao caso de quem está na sala, e a saída é uma lista de decisões, não de anotações.
A convenção interna é o formato mais exigente, porque o público não escolheu estar ali. Ela funciona quando a sociedade já decidiu uma mudança e precisa que a equipe inteira entenda o porquê antes de sentir o efeito. Nesse caso, o conteúdo precisa ser calibrado com quem lidera, sob risco de soar como discurso da diretoria.
Aplauso não é métrica. O sinal real aparece nas semanas seguintes, e vale combinar isso antes com quem organiza.
Em evento aberto, o indicador honesto é quantas conversas de continuidade nasceram dali — pessoas que procuraram o organizador ou o palestrante para aprofundar um ponto específico.
Em convenção interna, o indicador é comportamental: alguma prática discutida no palco entrou na rotina em até trinta dias? Se nada mudou, o problema raramente foi o conteúdo — foi a ausência de um dono para a mudança depois do evento.
É por isso que o alinhamento prévio importa tanto. Um evento sem próximo passo definido tende a virar lembrança boa e resultado nenhum.
A intenção não é entregar motivação que evapora na segunda-feira. É entregar critério de decisão.
Os cinco pilares que estruturam esse olhar — gestão financeira, cultura, marketing e posicionamento, tecnologia e liderança — estão detalhados na página sobre gestão de escritório de advocacia.
Quem quiser continuidade depois do evento normalmente segue por dois caminhos: um acompanhamento estruturado, no formato de mentoria para advogados, ou a participação em A Arte do Negócio, comunidade voltada a advogados e empreendedores que querem desenvolver visão empresarial real.
Palestra de abertura ou encerramento, workshop com participação da plateia e convenção interna de escritório. O formato muda o recorte do conteúdo, não a profundidade.
Sim. Há sempre uma conversa prévia para entender o perfil do público e o objetivo do organizador. Palestra sem contexto não muda comportamento.
Sim. Datas, deslocamento e condições são tratados caso a caso — o caminho mais rápido é enviar os detalhes do evento pelo formulário de contato.
Sim, para convenções internas e eventos remotos. Formatos online funcionam melhor com duração mais curta e mais espaço para perguntas.
Pelo formulário de contato desta página, informando data, cidade, perfil e tamanho do público. O retorno acontece pelo WhatsApp.
Conte a data, o perfil do público e o objetivo do encontro. A conversa inicial serve para entender se faz sentido — para os dois lados.
Acompanhamento de sócios e donos de escritório que querem sair da operação e liderar.
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